terça-feira, abril 16, 2013

Precisa-se de roteiristas

Como os engenheiros, os roteiristas serão essenciais para formar o novo Brasil
Nizan Guanaes

Cada um cria a sua própria história. Não espere ninguém para fazer a sua. O mundo é tão diverso quanto o número de pessoas que o habitam. Todo dia nasce gente e todo dia nascem histórias.
O Brasil tem uma das maiores populações do planeta, somos já quase 200 milhões. E o Brasil é um dos países mais ricos e diversos do mundo. Temos muitas histórias para contar e agora temos mais meios para contá-las, mais meios e mensagens, porque o Brasil mudou, o Brasil é novo de novo.
As coisas quase nunca acontecem de forma reta, lógica, perfeita. As coisas acontecem do jeito delas. Sou um defensor entusiasta da livre iniciativa e também um defensor tão entusiasta quanto da cultura. Dentro das dificuldades históricas que temos para produzi-la, que não são só do Brasil, mas de grande parte dos países, inclusive grandes produtores culturais, como França e Itália, é preciso reconhecer a necessidade de algum apoio oficial e defesa de mercado.
A produção audiovisual, principalmente cinema e programas de TV, é uma grande oportunidade para as marcas brasileiras e para a imagem do país aqui dentro e lá fora. Basta ver o que o cinema fez pelos Estados Unidos ou imaginar James Bond trocando o tradicional dry martini por uma caipirinha.
Como bem sabe a propaganda, imagem e som é a mistura mais eficiente para contar histórias e emocionar plateias.
Por isso fiquei muito feliz ao saber outro dia que estamos sofrendo de falta de... roteiristas. Sim, pela primeira vez na história do Brasil faltam roteiristas. Não é maravilhoso isso? Um país que precisa de criativos. Leia mais

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