Há alguns livros de Perry Rhodan que são tão preparação para outros volumes que parecem não ter força própria. São livros que poderiam facilmente ser um prelúdio de outro volume. Ótimo exemplo disso é o número 234 – Comando Andro Beta, escrito por H. G. Ewers.
Na história os terranos conseguiram atravessar para Andro-Beta,
a meio caminho para a galáxia de Andrômeda, e começam a investigar o local. Rhodan
quer um local para guardar mantimentos.
Primeiro eles tentam um planeta gelado e os dois
astronautas que descem lá são vítimas de ilusões provocadas por um cristal
alucinógeno. Depois Rhodan encontra um Mobi morto e resolve usar eu corpo do
ser gigantesco como esconderijo, mas o local já é habitado por seres com
trombas, apelidados de twonosers. Esses aprisionam a Crest e Rhodan tenta fugir
num avião comum, mas é impedido e quase morre.
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| A capa alemã. |
Dá para perceber? Falta coesão, como se fosse um livro
desconjuntado em que as coisas não se conectam.
É possível que esses fatos se conectem nos livros
seguintes, mas aqui eles são soltos, provavelmente por inabilidade do escritor.
É um começo ruim para uma nova rase do ciclo.


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