segunda-feira, maio 06, 2024

O gládio do Gian

 


No extinto e saudoso fanzine IDÉIAS DE JECA-TATU eu tinha uma coluna de divulgação de outros zines intitulada GLÁDIO DO GIAN na qual eu aproveitava para brincar com as palavras, usando a rima e principalmente a aliteração.

Reparem que nos exemplos abaixo, eu sigo a ordem alfabética, começando com o A e terminando com o B:

A - Os amigos amazonenses abraçam, ainda uma vez, a almejada abandação dos artistas alternativos. Abiscoitaram a minha admiração no fluente Franca Zona. Agora dão mais alguns passos ao apogeu no angustiante Gótic. Apocalípticos é um adjetivo aplicável. A arte é de alta qualidade, assim como a narração. Mas, acalmai, amotinados! Arrisquem arremessar carta ao Daniel, que me enviou e aconselhou.

B - Babai, babacas! O belenense chiquinho acaba de bagunçar a barraca com o lançamento do bem-apessoado Ameba. O beato busca alcançar uma babel de bom-humor bestial através da bombachata das banalidades da vida belenense. O badameco desenha bem e atende no seguinte burgo...

C - O calórico Alex Santos completou 15 anos e já comprou a causa alternativa. Lançou o cândido Garotos Perdidos e cabalou importantes cabeças, como o judicioso Júlio Emílio Braz e o garboso Gian Danton. É cabido dizer que o Garoto é cádimo comumento por casqueteiros, como o cavernoso Chiquinho. Cioso, Alex conseguiu o que carecia, tomou consciência de suas capacidades e caprichou nos números mais calientes.  Agora anda à cata de novos colaboradores e cismou de lançar o Garoto em off-set.

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