Algo que sempre me incomodou nos manuais de roteiro é insistência no uso da Jornada do Herói como se fosse uma jornada comum a todas as histórias. Eu comecei minha vida como roteirista escrevendo terror e sabia que nesse gênero não temos um protagonista em busca da redenção. Assim, analisei diversas HQs de terror e usando principalmente Aristóteles como base teórica, descobri que existe de fato uma Jornada do Horror, que é focada não na redenção, mas na perdição. O artigo que analisa esse processo foi apresentado no congresso da Aspas e posteriormente publicado no livro O SABER EM QUADRINHOS: PESQUISA, PRÁTICAS E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS volume 2. Para baixar gratuitamente o livro, clique aqui.

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