segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Zombie walk em Curitiba

O carnaval é uma festa que nunca pegou em Curitiba. Na época em que morei lá lembro dos meus colegas jornalistas dizendo que o carnaval da cidade era o mais desanimado do país. Parece que a festa não combinava com a cidade. Pois um outro evento acabou pegando: a zombie walk, uma marcha de zumbis que toma a rua XV de novembro no domingo de carnaval, ao som de bandas de rock. Clique aqui para ler uma matéria e confira abaixo as fotos do evento.






sábado, fevereiro 18, 2012

Fases do Cinema- Western

O western foi um gênero cinematográfico americano baseado no passado da própria América, que, além de ajudar a entender a mentalidade do povo americano, nos ajuda a entender a própria historia do cinema.
O Western foi um estilo de data abrangente; começou por volta de 1903 com O Grande Roubo do Trem (Edwin Porter) e na opinião de alguns críticos, dura até hoje. Porem há de se reconhecer que o gênero perdeu sua força com o passar do tempo, e trato aqui por western os filmes realizados desde o começo do século passado até o começo da década de 1970, quando a “era de ouro” do gênero acabou. Leia mais

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Antologia caçadores de monstros

A editora está com inscrições abertas para a antologia Caçadores de Monstros (gostei da capa). O prazo é 15 de maio. Para maiores informações, clique aqui.

Antologia Titanic

Antologia da editora Literata sobre o famoso naufrágio. O dealine é 15 de abril de 2012 e o texto deve ter até 12 mil caracteres. Para maiores informações, clique aqui.

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Fonte Colin

Essa é para os fãs de quadrinhos nacionais. O quadrinista Sérgio Chaves defendeu o seu TCC em Design Gráfico no Centro Universitário Eurípedes Martins propondo uma fonte baseada em Flávio Colin, um dos maiores mestres dos quadrinhos nacionais. A tipologia lembra quadrinhos e é muito bonita, diferente, como eram os trabalhos do Colin. Mais imagens podem ser vistas na página do Sérgio Chaves, no Facebook.

Seminário do Curso de Especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia

Na próxima quinta, dia 16 de Fevereiro, estará acontecendo o seminário do Curso de Especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia, realizado pela UEAP através de uma parceria com Ministério Público do Estado, IPHAN e IEPA.

Os alunos que tiveram suas monografias aprovadas estarão apresentando seus trabalhos, que versam sobre três grandes eixos do patrimônio arqueológico da Amazônia:
- Levantamentos arqueológicos e análises de coleções
- Socialização, gestão e difusão de conhecimento
- Perspectivas nativas e ambiente escolar

Quinta-feira, dia 16, manhã e tarde, no Auditório do Museu Sacaca.
ENTRADA FRANCA

Informações: 3212 5344 ramal 238; ou 2101 0519.

segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Uma lenda dos quadrinhos nacionais.

Capa do documentário sobre Cláudio Seto.
Hoje gostaria de lembrar uma verdadeira lenda dos quadrinhos nacionais. Cláudio Seto, descendente de japones, foi um dos primeiros artistas a fazer mangá no Brasil, ainda no final da década de 1960, na editora Edrel.
No final da década de 1970 foi o coordenador editorial da editora Grafipar, de Curitiba, que inundou as bancas com quadrinhos nacionais e revelou grandes talentos, como Mozart Couto.
Para evitar que a editora publicasse quadrinhos estrangeiros, Seto variava ao máximo os estilos das revistas: quando um agente vinha oferecer um gibi de terror, eles já tinham um, quando vinham oferecer um de faroeste, eles já tinham um. Com isso, Curitiba se tornou uma verdadeira meca dos quadrinhos brasileiros, a ponto de existir uma vila de quadrinistas, onde moravam alguns dos grandes talentos nacionais.
Mesmo depois do fim da Grafipar, Seto continuou sendo uma referência para pelo menos duas gerações de roteiristas e desenhistas curitibanos. Ele sempre abria as portas de sua casa e recebia com o maior prazer esses novos talentos que estavam surgindo. Era um cara alegre, brincalhão, de um talento impressionante. Provavelmente foi a primeira pessoa a fazer uma verdadeira fusão entre os quadrinhos nacionais e o estilo mangá, criando um estilo próprio e único no mundo.
Seto morreu no dia 15 de novembro de 2008.
Claro que tanto talento despertava muita inveja. Na época da morte dele, um desses invejosos perseguiu a família por meses, enviando mensagens redes sociaisc. Sem embasamento para criticar a obra de Seto, o invejoso se limitava a inventar mentiras sobre sua vida pessoal.
Mas, como dizem, os cães ladram e a caravana passa. Seto entrou para a história dos quadrinhos nacionais e será sempre lembrado não só pela sua arte espetacular, seus roteiros inventivos, mas também pela ótima pessoa que era, pois lendas são feitas de talento e caráter.

sábado, fevereiro 11, 2012

Pacto sinistro

Assistimos Pacto Sinistro, filme noir tardio de Alfred Hitchock com roteiro de Raymond Chandler, o mestre da literatura noir. Na história, um tenista, Guy Haines , conhece num trem um rapaz, Bruno Anthony, que lhe fala de sua teoria a respeito dos crimes trocados. Bruno gostaria de matar o pai e supõe que Haines gostar que sua esposa fosse morta, já que ela lhe traiu e se recusa a dar o divórcio. Para Bruno, se um cometesse o crime do outro, jamais seriam descobertos. Haines toma a proposta como uma piada, e se espanta ao descobrir que a esposa foi morta. Começa um jogo de gato e rato de Bruno tentando convencer o tenista a matar seu pai. Ao mesmo tempo, Haines tenta impedir que o Bruno o incrimine pela morte da esposa.
O filme é um ótimo exemplo do que Hitchock faz melhor: suspense, em especial com o uso genial das narrativas paralelas. A corda fica tensa durante toda a última metade do filme, com a história saltando de Haines para Bruno a cada minuto. Até mesmo quando os dois se encontram, o diretor consegue criar uma terceira linha narrativa, aumentando ainda mais o suspense.
Além do uso criativo das narrativas paralelas como elemento de suspense, o filme também se destaca pela ótima direção de atores. Um único olhar do personagem é capaz de transmitir todo o significado de uma cena.

Um cosplay é bom quando...

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

O cinema surrealista

Este gênero de cinema é um pouco complicado de discutir, pois é problemático definir quais filmes fariam parte do movimento surrealista e até mesmo o que seria o surrealismo. De modo geral, os filmes surrealistas (que atingiram seu ápice entre o fim da década de 1920 e o começo da década de 1930) procuravam não seguir qualquer norma cinematográfica existente.
                Os roteiros possuíam histórias não lineares e pouco ou nada críveis, os surrealistas buscavam explorar as fronteiras entre sonho e realidade, consciente e inconsciente, buscando chamar a atenção do espectador, embora às vezes algumas cenas sejam de difícil compreensão, não apresentando nenhum sentido explícito.
                Entre as experiências cinematográficas do gênero (como muitos outros movimentos, este teve sua origem na pintura), constam: A Concha e o Pastor (1927) de Germaine Dulac, Um Cão Andaluz (1929) e A Idade do Ouro (1930) de Luiz Buñuel (que é considerado o maior diretor surrealista). Leia mais

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

Duplo sobrenatural

Lugares às vezes guardam energias ou substâncias sobrenaturais que, quando entramos em contato com eles, revelam algo sobre violências do passado ou sobre aspectos assustadores da realidade. Neste livro, dois brilhantes contadores de histórias nos levam a lugares assustadores.
Em O Recipiente, de Orson Scott Card. Paulie Bride é um garoto solitário, forçado a confrontar o lado mais bem-sucedido de sua família, em uma reunião nas montanhas da Carolina do Norte. Mas acaba descobrindo uma caverna secreta e, em seu interior, um poder de morte que o une a um índio e a uma escrava mortos há muito tempo.
A Fábrica, de Carlos Orsi. Um estudante de arquitetura recebe do seu transtornado orientador, Ubirajara Fagundes, a tarefa de investigar os segredos ocultos na estranha geometria de uma fábrica construída por um misterioso emigrante húngaro, Simeon Kutk. O que a estranha geometria da fábrica abriga? 

Os autores 
Orson Scott Card é autor dos multipremiados (Prêmios Hugo e Nebula) romances O Jogo do Exterminador e Orador dos Mortos, e das sequências Xenocídio e Os Filhos da Mente (todos pela Devir). Vive em Greensboro, Carolina do Norte.
Carlos Orsi, um dos mais ativos escritores brasileiros de horror e ficção científica, é autor do livro de contos Tempos de Fúria e da novela Guerra Justa. Vive em Jundiaí, São Paulo.
Duplo Sobrenatural traz duas narrativas em que a experiência do horror e da morte emana de lugares incomuns, que guardam uma energia deixada ali no passado, ou lugares que permitem o trânsito de seres de pesadelo, de uma outra dimensão até a nossa. Duas histórias escritas por autores de larga experiência – um norte-americano e outro brasileiro –, que conseguem abordar a questão do lugar do sobrenatural, e dos pedaços de coisas ruis nele preservados, de maneiras instigantes e inesperadas. 

Coleção asas  no vento
A Devir entra no mercado dos livros de bolso com uma linha de livros de fantasia, horror, ficção científica e aventura, publicando, em combinações surpreendentes, o melhor dos autores nacionais e estrangeiros. Uma parte importante do trabalho de edição é encontrar um formato para se publicar textos ou histórias que o editor acredita ser relevante e merecedor de publicação.
A literatura fantástica está repleta de histórias curtas de grande qualidade que não encontrávamos uma maneira adequada de publicar. A coleção Asas do Vento vem justamente preencher essa lacuna. Ela é uma série de livros de bolso de acabamento primoroso, que visa publicar histórias mais curtas (contos, novelas, noveletas) que se destacam mas que normalmente acabam esquecidas por não terem tamanho suficiente para ocupar um livro de tamanho normal ou encontram espaço apenas em revistas ou antologias.
Com alta portabilidade, ao contrário da maioria das edições de bolso no Brasil, os livros da Asas do Vento realmente cabem no bolso (e nas bolsas). Com capa semi-rígida, também possuem maior durabilidade. Livros para desfrutar e colecionar.
Os livros da Asas do Vento estarão disponíveis em livrarias e bancas selecionadas.

Serviço 
Autores: Orso Scott Card (O Recipiente) & Carlos Orsi (A Fábrica)
Acabamento: Capa semi-rígida
Miolo: 128 páginas preto e branco, em papel off-set 90 g/m²
Formato: 9,0 cm × 15,0 cm

Literatura de fantasia na Livraria Amapaense

Lobisomens, seres fantásticos,  fantasmas  e pessoas com poderes especiais. Entre num mundo
fantástico em que tudo pode acontecer e o único limite é a imaginação. São quatro antologias reunindo alguns dos melhores escritores brasileiros. Esses livros estão à venda na livraria Amapaense, na Presidente Vargas, entre São José e Tiradentes. Para quem não mora em Macapá e quiser adquirir esses livros, mande um e-mail para profivancarlo@gmail.com.
Antologia sobre seres com super-poderes.

Antologia com histórias de fantasmas

Antologia com o melhor da fantasia mundial.

Antologia sobre lobisomens.

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

Site Pipoca e Nanquin mostra a minha estante

Uma das colunas preferidas dos leitores do site Pipoca e Nanquin é o minha estante, em que colecionadores mostram suas coleções. A edição de hoje mostrou a minha coleção. Para conferir, clique aqui.

Matamorfose II

Chegaram ontem para mim os exemplares de Metamorfose II, a antologia sobre lobisomens organizada por Ademir Pascale que conta com um conto meu intitulado "Fera". A publicação ficou gostosa de ler, com um projeto gráfico diferenciado, contos curtos e uma encadernação bem feita. É um típico livro de fila: enquanto espera dá tempo de ler mais um conto. Vai estar à venda na livraria Amapaense.

Homenagem a Al Rio

O quadrinista e editor norte-americano David Campit publicou em sua página no Facebook uma homenagem ao desenhista brasileiro Al Rio, encontrado morto ontem em sua casa em Fortaleza. A homenagem usa um desenho do próprio Al Rio.

terça-feira, janeiro 31, 2012

I encontro amapaense de histórias em quadrinhos: uma página na história


Na extrema esquerda Sandro Silveira,  doador do acervo inicial da Gibiteca do MIS-AP
    
O I Encontro Amapaense de Histórias em Quadrinhos foi um marco para a cena HQ no Estado. Além da troca de experiências e revistas, ocorreram mostras, palestras, oficinas, filmes, scan e uma exposição de excelente nível artístico. O maior legado do evento foi o amadurecimento dos realizadores na organização de um Coletivo que se reunirá mensalmente na busca por implementar as propostas levantadas na reunião do Grupo de Trabalho. Na composição deste grupo, agentes de instituições como o MIS-AP, Biblioteca Pública, Museu Sacaca, além dos grupos independentes, estão juntos para promover e fortalecer a nona arte amapaense.

Gian Danton, também doou HQ's para compor o acervo da Gibi-teca do MIS

Uma das conquistas já alcançadas como desdobramento desse evento foi a criação da Gibiteca do MIS, iniciada com a doação do desenhista e roteirista Sandro Silveira, que irá dar nome a mesma. A gibiteca que iniciou com 107 exemplares, já recebeu outra doação importante do Roteirista Gian Danton com títulos exclusivamente nacionais, inclusive alguns de sua autoria. Leia mais

Morre Al Rio

O desenhista cearense Álvaro Araújo Lourenço do Rio, conhecido como Al Rio, foi encontrado morto em sua residência na manhã desta terça-feira, 31, no bairro Serrinha, em Fortaleza.
Al Rio já havia trabalhado para as principais editoras norte-americanas e ficou famoso depois de desenhar a série Gen-13. Entre outros trabalhos seus estavam Capitão América e X-men. Ele era conhecido pela belas mulheres que desenhava.
O portal Stúdio in PB informou que o desenhista havia participado das comemorações do Dia do Quadrinho nacional em Fortaleza, ontem.
O site reproduziu um depoimento do desenhista Joe Bennett (atualmente no título Gavião Negro) sobre o amigo:
“Ainda me lembro na época do HEROES REBON…1996.A pedido do propio Jim Lee o Al Rio fez metade de uma ediçao do Capitain America que eu estava fazendo…para consegurimos atingir a deadline da primeira edição que com a saída do Liefeld estava muito atrasada.Ficamos amigos ali…nos falavamos por telefone e sobre os planos para o futuro.Apos isso, Al foi para o GEN 13 e eu segui minha estrada…mas a amizade ficou…o Alvaro era uma pessoa legal e sempre me convidava para ir a sua terra Fortaleza…atualmente seus livros de pin-ups eram sempre requisitados e suas mulheres cheias de sensualidade…seu traço seguro e elegante era bom de se ver…”

Leia a notícia completa aqui.

Um cosplay é bom quando...