domingo, junho 26, 2016

Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial


Promovido pela Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) em parceria com o Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Arte Sequencial, Mídias e Cultura Pop; e com o Grupo de pesquisa Criação e Ciberarte,  contando com o apoio do Programa de Pós Graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás, o III Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (FNPAS) terá como tema “A Arte dos Quadrinhos”.
As abordagens passam pela relação do artista com a obra e /ou mercado; criações de artistas que se apropriam da linguagem dos quadrinhos; o quadrinho como arte; processos de criação em quadrinhos; história dos quadrinhos; interseções entre HQs e outras mídias e/ou formas artísticas e temas correlatos que tenham no escopo a arte e as múltiplas visualidades.
O evento concentrará suas atividades entre os dias 21 a 23 de outubro de 2016 na Faculdade de Artes Visuais – FAV, da Universidade Federal de Goiás – UFG. O III FNPAS terá uma programação que incluirá mesas redondas, sessões de apresentações orais, oficinas, performance e lançamento de livros, fanzines e revistas. A programação detalhada será disponibilizada posteriormente.
Clique aqui para baixar o Edital completo em PDF. Clique aqui para mais informações. 

O uivo da górgona


Um som se espalha pela cidade (ou pelo estado, ou pelo país, ou pelo mundo?). Um som que ouvido transforma as pessoas em seres irracionais cujo único o objetivo são os instintos básicos de violência e fome. É o uivo da Górgona.
Acompanhe a história dos sobreviventes neste livro de terror, uma história de zumbis diferente, em que qualquer um pode se transformar, bastando para isso ouvir o terrível uivo da górgona.
Escrito em capítulos curtos, o livro transforma o suspense em elemento de fantasia, prendendo o leitor da primeira à última página. 
Pedidos: profivancarlo@gmail.com. 

sábado, junho 25, 2016

Vestibular da escola sem partido

O homem surgiu: 
a) Através da evolução da espécie.
b) foi criado por Deus no sétimo dia. 
c) foi criado por seres alienígenas que vieram à terra fazer experiências científicas.
d) Todas as respostas anteriores.
Resposta correta: D

Escola sem partido: séculos de atraso

O Brasil está prestes a aprovar leis estaduais, municipais e federais do chamado movimento escola sem partido (alguns deles de autoria da família Bolsonaro). É um dos fatos mais preocupantes dos últimos tempos - a longo prazo mais preocupante inclusive do que a crise econômica ou política - mas parece que a maioria das pessoas não se tocou do que está acontecendo. 
Claro, qualquer pessoa normal seria favorável a um projeto que proibisse a partidarização das escolas. Pedir votos em sala de aula para determinado candidato, por exemplo. Mas o que está sendo aprovado não é isso, são leis que deixam em aberto propositalmente para que qualquer coisa possa ser denunciada.
Segundo o Movimento Escola sem partido, os professores não podem ensinar nada que vá contra as convicções ideológicas e religiosas dos alunos. Mais: se tocar em um assunto polêmico, deve aceitar com válidos todos os posicionamentos sobre o assunto. Todos.
Durante séculos a escola ensinou coisas como "A terra é o centro do universo e o sol gira ao redor da terra" ou "O mundo foi criado em seis dias e no último Deus descansou". A grande revolução aconteceu no final da Idade Média, quando a escola começou a ensinar ciência. O que era ensinado nas escolas era aquilo que era aceito pela comunidade científica. O resultado disso: os países que mais rapidamente aderiram a esse novo tipo de escola foram os países que tiveram maior evolução científica, tecnológica e econômica.
Quando mais educação científica, mais avanço. Assim, no século XIX houve mais avanços científicos do que em toda a história da humanidade. Nas duas primeiras décadas do século XX houve mais progresso científico do que em todo o século anterior. Hoje, em um ano temos mais avanço técnico e científico do que em todo o século XIX.
Países que não aderiram a esse novo tipo de escola ficaram na periferia desse crescimento.
O que a Escola sem Partido propõe é voltarmos à escola antiga, em que uma teoria da conspiração ou uma convicção religiosa qualquer tem tanta relevância quanto o conhecimento científico elaborado por especialistas e aceito pela comunidade científica. Assim, a teoria da evolução tem tanta relevância quanto o criacionismo e quanto a teoria de que fomos colonizados por alienígenas.

Professores de geografia vão ser obrigados a ensinar também que a terra é plana.
Todo o conhecimento científico sobre o nazismo vai ter o mesmo valor em sala de aula de quem diz que o nazismo era de esquerda ou que o nazismo era budista (sim, a suástica é um símbolo budista) ou que os nazistas eram espíritas como já vi uma pessoa dizendo.
Imaginem como será essa escola em que qualquer bobagem vai ter o mesmo valor do conhecimento científico pesquisado e consolidado.
Isso é muito mais preocupante que a crise econômica. Crises passam. Um país atrasado cientificamente viverá uma era de trevas num mundo de evolução cada vez mais constante. Seremos sempre apenas mão-de-obra barata para os países evoluídos tecnologicamente.
Esse é o futuro que nos reserva o projeto Escola sem partido.


PS: Curiosamente, os adeptos do movimento escola sem partido querem colocar Bíblias em todas as escolas, o que diz muito sobre tudo isso. A Bíblia é vista por eles como a verdade que ultrapassa o conhecimento científico.

quinta-feira, junho 16, 2016

Onde estão os revoltados?

Quando vazou o áudio da Dilma e do Lula, em que ela dá a entender que vai dar-lhe o cargo de ministro para protegê-lo do Lavajato, no mesmo dia, tinha bandeiraço e apitaço em cada esquina. Teve amigo aqui fazendo postagens iradas. 
Aí vazou os áudios do Machado, deixando bem claro um plano bem estruturado não para livrar uma ou outra pessoa do Lavajato, mas para literalmente acabar com o Lavajato, inclusive aprovando leis que acabam com a delação premiada, quando vazou esse áudio, que é muito mais grave, o pessoal da camisa verde e amarela fez cara de paisagem.

Se amanhã descobrirem um plano para matar Sérgio moro, vão fazer de conta que é em outro país. 
E quem antes fazia postagens iradas, agora posta desenhos e gatinhos.

quinta-feira, junho 09, 2016

Superman - Lendas do homem de aço


Superman lendas do homem de aço José Luiz-Garcia López 2 é uma daquelas publicações absolutamente imperdíveis para fãs de super-heróis. 
Este volume reúne histórias do Super-homem em encontro com outros heróis publicadas na coleção DC Comics Presents (essas histórias foram publicas no Brasil pela Ebal na coleção Clássicos da década pouco antes da editora perder os direitos dos heróis DC para a Abril). 
O destaque aqui vai todo para o desenhista. Na verdade, o desenho é tãobom que os roteiristas ficam em desvantagem - nenhum dos roteiros parece ir além do bom comparado com a arte fantástica de Garcia-López.
Chama atenção principalmente a primeira história, escrita por Martin Pasko, em que o Super e Flash. É uma história longa, que explora perfeitamente os heróis e principalmente o contexto de ficção-científica, na qual o desenhista era um mestre. A solução final é frustante (eu fiquei me perguntando: por que os heróis não fizeram isso antes?), mas o desenvolvimento vale.
O encontro do Super com Adam Strange, com roteiro de David Micheline, também é um bom momento. A dupla enfrenta uma ameaça grandiosa, que coloca em perigo dois mundos e explora bem o visual FC.
O encontro do Super com o Arqueiro Verde é certamente o momento mais fraco do álbum, com os heróis enfrentando um empresário ganancioso. O escritor Denny O´Neil usa o estilo social que havia feito sucesso nas histórias do Lanterna e do Arqueiro, mas aqui, com alguém tão poderoso quanto o Super-homem, parece que a história simplesmente não funciona.
Mas mesmo nessa história vale a pena perder alguns minutos só apreciando a belíssima arte.
Em tempo: a primeira história DC que li, quando era criança, foi justamente o encontro do Super-homem com o Flash. Posteriormente, quando a Abril passou a publicar a revista do personagem, li alguma coisa e não vi nada parecido com o heroismo grandiloquente dessa HQ (não sei porque, a Abril, que eu saiba nunca publicou essas histórias).

sexta-feira, junho 03, 2016

Livro de Gian Danton concorre ao HQ Mix


O livro Como escrever quadrinhos, segunda publicação de Gian Danton sobre o tema de roteiro para quadrinhos, está concorrendo ao troféu HQ Mix. Para fazer o cadastro para votar, clique aqui.

quarta-feira, junho 01, 2016

Juliette Society


Sasha Grey era uma garota meio nerd que queria ser atriz pornô, apesar de não se encaixar no gênero gostosona. Conseguiu, depois aposentou-se e tornou-se atriz e escritora.
Juliette Society é seu primeiro livro e mostra que existe sim, vida inteligente no mundo pornô.
O livro é bem escrito, com uma prosa leve, mas nem de longe pobre.
O Julliete Society do título é uma organização secreta da qual participam os homens que mandam no mundo.
O nome é uma referência a um dos romances mais famosos do Marquês de Sade, Justine. Julliete é a irmã devassa da pudica Justine. Na obra de Sade, enquanto Justine é castigada pelo destino, sua inocência sendo constantemente punida, Julliete é brindada com o sucesso quanto menos inocente e mais sexualizada se mostra.
O capítulo que explica o título mostra bem que se trata de um livro diferente da maioria dos eróticos. Sasha Grey (cujo pseudônimo é uma homenagem ao romance O retrato de Dorian Gray) discorre sobre história, filosofia, literatura. E cinema. A protagonista é uma estudante de cinema, o que leva a diversas citações e referências a obras famosas da sétima arte, como A bela da tarde, de Buñuel.
Na verdade, o livro funciona pouco do ponto de vista do erotismo. É mais um triller usando como fundo o conhecimento da autora sobre o meio pornô recheado de filosofia, cinema e literatura.
A parte menos interessante é o final, mal-amarrado, em que o livro, que até então ia em pleno realismo, flerta com o fantástico.
Ainda assim, vale a leitura.

domingo, maio 29, 2016

A justificativa do estupro e o vitimismo


1836. A cabanagem foi derrotada em Belém e se espalhou pelos rios da Amazônia. Um pequeno grupo de índios, negros e mestiços liderada pelo misterioso Chico Patuá se dirige para o Amapá singrando os pequenos igarapés da região. No seu encalço, o governo regencial mandou soldados comandados por um psicopata assassino, Dom Rodrigo. Em meio a essa disputa, soma-se outra, quando os seres da floresta resolvem tomar partido na contenda.
Cabanagem é um romance de fantasia histórica que mistura fatos reais com mitologia amazônica.
Conheça a apoie o projeto, ajudando na publicação do livro: https://www.catarse.me/cabanagem_a9fd

quarta-feira, maio 25, 2016

A novela do impeachment


Lendo as gravações, fica cada vez mais claro o roteiro da novela do impeachment. Toda a classe politica estava em polvorosa com a prisão do Delcídio e o avanço da Lavajato, de Lula ao primeiro a ser comido.
Então combinaram um grande pacto cujo objetivo era evitar novas prisões de políticos e novas delações. O PSDB e o STF não aceitavam fazer parte do pacto enquanto Dilma fosse presidente. Lula, Renan e provavelmente Sarney tentaram convencer Dilma a renunciar ou se licenciar. Ela não aceitou. Sarney, então, articulou tudo para o impeachment, provavelmente com a anuência de Lula, que, publicamente defendeu Dilma para não se queimar com os militares do PT, mas pelos bastidores convenceu deputados a votarem pelo impeachment.
O impeachment aconteceu e, aparentemente, o pacto funcionou. Nenhum outro político foi preso. O projeto de lei do MPF de combate à corrupção está engavetado. Os protestos pararam. E em breve, na surdina, Renan ou outro senador deve apresentar o projeto de lei que regulamenta as delações, inviabilizando novas delações.
Nem George Martin conseguiria bolar uma trama tão bem urdida.

sábado, maio 07, 2016

O que são os Direitos Humanos?

O que os ditadores têm em comum? Todos são contra os direitos humanos (na China comunista, pesquisar sobre direitos humanos na internet é considerado crime). Essencialmente eles são contra isso aqui:

Artigo 1.º
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
Artigo 2.º
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou outra, origem nacional ou social, fortuna, nascimento ou outro estatuto.
Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.
Artigo 3.º
Todas as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo 4.º
Ninguém pode ser mantido em escravidão ou em servidão; a escravatura e o comércio de escravos, sob qualquer forma, são proibidos.
Artigo 5.º
Ninguém será submetido a tortura nem a punição ou tratamento cruéis, desumanos ou degradantes.
Artigo 6.º
Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento como pessoa perante a lei.
Artigo 7.º
Todos são iguais perante a lei e, sem qualquer discriminação, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo 8.º
Todas as pessoas têm direito a um recurso efectivo dado pelos tribunais nacionais competentes contra os atos que violem os seus direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.
Artigo 9.º
Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Artigo 10.º
Todas as pessoas têm direito, em plena igualdade, a uma audiência justa e pública julgada por um tribunal independente e imparcial em determinação dos seus direitos e obrigações e de qualquer acusação criminal contra elas.

Laranja mecânica


Laranja mecância, de Stanley Kubrick, é um dos filmes mais famosos de todos os tempos. Difícil conhecer alguém que goste de cinema e nunca o tenha visto. Entretanto, poucos leram o livro. A edição recente da Aleph talvez ajude a tornar a obra literária mais conhecida. 
Laranja mecânica surgiu de um diagnóstico errado. Um médico dera ao autor, Anthony Burgess, um ano de vida e este resolveu escrever o máximo de livros possível antes da morte como forma de deixar sustento para sua esposa. O Laranja começou a ser escrito nessa leva, mas foi terminado depois. Felizmente o diagnóstico foi equivocado (Burgess viveu ainda muitos anos).
A ideia para o livro surgiu quando o autor, depois de passar vários anos na Malásia, voltou para a Inglaterra e encontrou tomada de gangues de adolescentes. Não só o fenômeno social chamou atenção do escritor. Linguista amador, ele ficou fascinado com as gírias das guangues. Burgess situou seu livro num futuro em que a deliquência juvenil é um sério problema social e as guangues falam uma língua quase incompreensível para os que não participam de seus grupos.
A primeira coisa a se dizer é que é um um livro difícil. O narrador, Alex, é o umni líder de uma shaika horrorshow e falta constantemente à escolacola para incursões de violência gratuita para krastar alguma tia pecúnia e fazer o bom e velho entraesai com alguma ptitsa novinha.
Sim, é um livro difícil de ler - que deve ter sido dificílimo de traduzir (pontos aqui para o tradutor Fábio Fernandes). Há um glossário no final, mas nem todas as expressões estão nele. além disso, o ideal mesmo é ir lendo o texto com todo o estranhamento que ele causa só olhando no glossário quando alguma frase se torna incompreensível.
O filme de Kubrick é bastante fiel ao livro, seguindo praticamente a mesma cronologia (há algumas mudanças: por exemplo, as meninas que Alex conhece na loja de discos são crianças de 10 anos no livro e adolescentes no filme).
A maior diferença está no final. O livro foi publicado nos EUA sem o último capítulo porque o editor local considerou que ali era o ponto que a história deveria terminar, com uma sequência sarcástica na qual antevemos que Alex voltará ao normal e ainda tirará proveito de tudo pelo qual passou. O livro vai mais além, mostrando sua volta para a sociedade e seu processo de amadurecimento. Burgess queria fazer de seu livro uma fábula do processo de amadurecimento e o livro segue essa linha. Mas o capítulo final parece mais como se alguém continuasse contando a piada após o seu clímax. Nesse sentido, o final do filme é perfeito ao deixar os acontecimentos em aberto, por conta da imaginação do leitor. 

domingo, maio 01, 2016

O Super-homem de Garcia-López e Gerry Conway


No início da década de 1970, Garcia-López era apenas um espanhol criado na argentina recém-chegado aos EUA e procurando um espaço no mercado dos comics. E Gerry Conway era um roteirista iniciante, chegando na DC depois de uma fase memorável na Marvel, escrevendo o Homem-aranha. 
O início da parceria dessa dupla (que se tornaria uma das mais afinadas dos comics, principalmente na obra-prima Esquadrão Atari) que podemos acompanhar no primeiro volume das Lendas do Homem de Aço. É curioso ver como ambos, tanto roteirista quanto desenhista, vão tentando se acostumar com o personagem. Conway demora para dar verossimilhança para o personagem (a explicação para Clark Kent continuar apresentando o jornal enquanto o Superman atua é sofrível) e Garcia-Lopez sofre com arte-finalistas que não combinam com seu desenho limpo. O confroto com a Mulher-Maravilha é nitidamente o ponto que os dois se acertaram (apesar da arte-final de Dan Adkins muitas vezes sujar o traço limpo de Garcia-López). Conway constrói uma boa trama retrô e o desenhista demonstra toda sua capacidade para anatomia, perspectica e diagramação de página. 

A última história do álbum, "A mensagem do sonhador" é o ponto em que podemos a dupla finalmente afinada, com um contexto de ficção-científica que certamente antecipa Esquadrão Atari e uma trama interessante, sobre um alienígena que deve entregar uma mensagem de paz, mas tem sua nave atingida por um meteoro.
Infelizmente, Garcia-López ficou pouco tempo no título. Logo ficou claro que seu traço vendia e ele era chamado para desenhar os primeiros números de novas revistas, como forma de alavancar as vendas, ou fazer capas de outras.
Posteriormente o desenhista foi chamado para fazer o guia de estilo dos personagens da DC, ficando também responsável pelas imagens promocionais - trabalhos belíssimos, que passaram a estampar lancheiras, camisas e tudo mais que tivesse personagens da DC.

quinta-feira, abril 28, 2016

O uivo da górgona


Um som se espalha pela cidade (ou pelo estado, ou pelo país, ou pelo mundo?). Um som que ouvido transforma as pessoas em seres irracionais cujo único o objetivo são os instintos básicos de violência e fome. É o uivo da Górgona.
Acompanhe a história dos sobreviventes neste livro de terror, uma história de zumbis diferente, em que qualquer um pode se transformar, bastando para isso ouvir o terrível uivo da górgona.
Escrito em capítulos curtos, o livro transforma o suspense em elemento de fantasia, prendendo o leitor da primeira à última página. 
Pedidos: profivancarlo@gmail.com.